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Hoje, o ícone do Funk e da música Soul, James Brown, estaria completando 75 anos de vida. Em sua homenagem, o Sonoru dedica o post de hoje ao cantor e a sua obra.James Joseph Brown Jr., ou apenas James Brown. Nasceu em Barnwell, Carolina do Sul, , 3 de Maio de 1933. James sempre esteve em contato com a música desde menino. Abandonado pelos pais, Brown fazia performances nas ruas para descolar um trocado e pagar o quarto do bordel onde morava.
Com o tempo, o garoto ganhou destaque no cenário musical e conquistou de vez o seu posto como rei do R&B. Figura polêmica e engajada, James Brown também esteve envolvido com a política, principalmente nos anos 70 no ativismo em favor dos negros e dos pobres. O Cantor foi autor de grandes sucessos como “Papa's Got a Brand New Bag", "I Got You (I Feel Good)", "Say It Loud - I'm Black and I'm Proud" e "Sex Machine".
Brown faleceu aos 73 anos no dia 25 de Dezembro de 2006, em Atlanta, Geógia, EUA, após internação devido a severa pneumonia.
Veja os vídeos abaixo
James Brown - Sex Machine (1976)
James Brown Live 8 - I Feel Good
James Brown gives you dancing lessons
(obs: observem de onde veio a dança do robô)
Marcadores: Biografia, James Brown, Notícia, Soul Music, Video
Ben Folds Five
A Ben Folds Five (1994-2000) era formada por um trio de uma cidade americana chamada Chapel Hill. Ganhou espaço nos anos 90 com seu estilo Piano-Rock, consagrado por nomes como Elton John e seguido por bandas como Keane, Coldplay, The Fray posteriormente. Com influências do Jazz e famosos pelos improvisos, a banda era composta por Ben Folds (Vocalista/pianista), Robert Sledge (baixo) e Darren Jessee (Baterista).
O trio inciou a escalada de sucesso no ano de 1994, quando estouraram com o single "Underground" nas rádios. Daí pra frente, foram produzidos 4 álbuns com músicas consagradas como "Kate", "Philosophy", "Brick", "Army" entre outras.
A Ben Folds Five (1994-2000) era formada por um trio de uma cidade americana chamada Chapel Hill. Ganhou espaço nos anos 90 com seu estilo Piano-Rock, consagrado por nomes como Elton John e seguido por bandas como Keane, Coldplay, The Fray posteriormente. Com influências do Jazz e famosos pelos improvisos, a banda era composta por Ben Folds (Vocalista/pianista), Robert Sledge (baixo) e Darren Jessee (Baterista).O trio inciou a escalada de sucesso no ano de 1994, quando estouraram com o single "Underground" nas rádios. Daí pra frente, foram produzidos 4 álbuns com músicas consagradas como "Kate", "Philosophy", "Brick", "Army" entre outras.
A origem do "five" no nome da banda, embora fosse um trio, era devido a participação de dois músicos contratados nas gravações de estúdio. Ben brincava dizendo que "Ben Folds Three" não soava bem.Chegando ao seu fim em Julho de 2000, os integrantes da banda tomaram rumos distintos. Robert Sledge continuou cantando e tocando baixo na banda International Orange (que se separou em 2005), e Darren Jessee participa da banda Hotel Lights. Ben Folds segue em sua carreira solo com sucesso.
Site Oficial - Ben Folds Five
Site Oficial de Ben Folds
Ben Folds Five - Don't Change Your Plans For Me
Albums
* Ben Folds Five (1995) - Passenger/Caroline Records
* Whatever and Ever Amen (1997, digitally remastered in 2005)
* Naked Baby Photos (1998) - Passenger/Caroline
* The Unauthorized Biography of Reinhold Messner (1999)
Singles
* "Underground" (1996)
* "Battle of Who Could Care Less" (1997)
* "Kate" (1997)
* "Brick" (1998)
* "Army" (1999)
DVD
* Ben Folds Five - Live at Sessions at West 54th (1999) - Epic Music Video
Marcadores: Ben Folds Five, Biografia
Syd Barret
The Crazy Diamond
The Crazy Diamond

Compositores como Syd Barrett, são exemplos da dualidade loucura-lucidez dos gênios. Através de suas inspirações "ácidas", Syd conseguiu ir além de seu tempo, o artista é reverenciado como um dos principais introdutores do psicodelismo no Rock. Carismático e enigmático, cada show era uma surpresa para o público que ficava estasiado com a sua maneira irreverente de apresentar-se. Isso acabou influenciando não somente os artistas dos anos 60, mas também as gerações posteriores. Barret, tinha como base para sua obra o rock dos anos 50 de Bo Diddley e de Buddy Holly e outras de sua época como Rolling Stones e Cream.
Nascido em 6 de Janeiro de 1946, em Cambridge, Roger Keith Barret, ganhou o apelido de Syd ainda estudante da escola da cidade, onde começaria a fazer amizade com dois garotos: Roger Waters e David Gilmour. Começou a tocar em bandas com nomes como The Abdabs, The T-Sets, Sigma 6 e até Meggadeath. O pessoal desses grupos era mais ou menos o mesmo: Bob Close, Roger Waters, Nick Mason e Rick Wright. Com a saída de Bob, Syd resolveu fundar uma nova banda: Pink Floyd. O nome fora retirado de dois “bluesmen” obscuros, Pink Anderson e Floyd Council.
Com o passar do tempo o grupo foi conquistando espaço no cenário musical da época, Syd Barret lançou dois álbuns com o Floyd, entre eles The piper at the gates of dawn (1967), onde participou ativamente como principal compositor e escritor, inovando e explorando as capacidades sonoras da distorção e do reverb (eco). No segundo álbum A saucerful of secrets (1968), a relação de Syd com os integrantes da banda se complicou, o seu envolvimento com drogas psicotrópicas (LSD) aumentavam e o seu comportamento era a cada ensaio imprevisível. A situação complicou-se de tal forma que Barret foi dispensado do grupo para não causar mais transtornos.
Nascido em 6 de Janeiro de 1946, em Cambridge, Roger Keith Barret, ganhou o apelido de Syd ainda estudante da escola da cidade, onde começaria a fazer amizade com dois garotos: Roger Waters e David Gilmour. Começou a tocar em bandas com nomes como The Abdabs, The T-Sets, Sigma 6 e até Meggadeath. O pessoal desses grupos era mais ou menos o mesmo: Bob Close, Roger Waters, Nick Mason e Rick Wright. Com a saída de Bob, Syd resolveu fundar uma nova banda: Pink Floyd. O nome fora retirado de dois “bluesmen” obscuros, Pink Anderson e Floyd Council.
Com o passar do tempo o grupo foi conquistando espaço no cenário musical da época, Syd Barret lançou dois álbuns com o Floyd, entre eles The piper at the gates of dawn (1967), onde participou ativamente como principal compositor e escritor, inovando e explorando as capacidades sonoras da distorção e do reverb (eco). No segundo álbum A saucerful of secrets (1968), a relação de Syd com os integrantes da banda se complicou, o seu envolvimento com drogas psicotrópicas (LSD) aumentavam e o seu comportamento era a cada ensaio imprevisível. A situação complicou-se de tal forma que Barret foi dispensado do grupo para não causar mais transtornos.
Para substituí-lo o grupo contratou um velho amigo, o guitarrista David Gilmour, que aos poucos foi conquistando espaço na banda até tornar-se um dos líderes ao lado de Roger Waters. David havia sido professor de guitarra de Barret e embora não fosse tão experimentalista quanto o aluno, era um músico talentoso. Após sair do Pink Floyd, Syd inicia a sua breve carreira solo lançando "The Madcap Laughs" (1970) e Barrett (1971). Depois disso, o músico entrou em um declínio, afundando no mundo das drogas e da doença mental.
Embora tenha saído do Floyd, Barret deixou a sua influência enraizada na banda. O álbum de 1975 "Wish you were here" foi um tributo do Pink floyd feito a Syd Barrett, a faixa "Shine on you crazy diamond", fala sobre o músico, conforme é reconhecido por alguns membros dos Pink Floyd. A faixa "I know where Syd Barrett lives" de Television Personalities é outro tributo bem conhecido. Supostamente, Roger Waters, usou a partida de Barrett e a sua condição, como inspiração para o álbum The dark side of the moon, assim como, terá baseado o comportamento e personalidade de 'Pink', o principal personagem do filme The Wall, na vida real de Barrett.Syd Barret, faleceu no dia 7 de Julho de 2006, aos 60 anos de idade, em Cambridge. Debilitado devido a diabetes, enfermidade que já sofria há alguns anos, o "Diamante louco" partiu deixando inúmeros fãs e a sua marca registrada na história do Rock e da música mundial.
Discografia:
*A saucerful of secrets (1968) - Pink Floyd
*The piper at the gates of dawn (1967) - Pink Floyd
* "The Madcap Laughs" (1970)
* Barrett (1971)
* The Peel Sessions (1988, com material gravado no programa de John Peel, em 1970)
* Opel (1988, com material inédito gravado nos estúdios da EMI, em 1970)
* The best of Syd Barrett - Wouldn't you miss me? (2001, compilação)
Arnold Layne - Pink FLoyd with Syd Barret
Astronomy Domine - Pink Floyd with Syd Barret
Marcadores: Biografia, Syd Barret
Hoje o Sonoru inicia a sua incursão pela história musical, a fim de informar aos seus leitores tudo sobre grandes nomes da música, novidades, shows, curiosidades e muitos mais, fiquem antenados e espero que aproveitem essa viagem pelo universo musical.Para começar com o pé direito, vamos contar a história de Jeff Buckley.
Jeffrey Scott Buckley, mais conhecido como Jeff Buckley, foi um cantor, compositor e guitarrista Norte Americano e considerado, por críticos, uma das maiores revelações de sua época. O cantor, porém, teve sua vida e carreira interrompidas em um mergulho no rio Wolf River, onde afogou-se, em 1997.
Nascido em 17 de novembro de 1966, na cidade de Anaheim, California, EUA, Jeff sempre foi um jovem muito ligado à música. Com muitas influências do Blues, Rock e Jazz, ao terminar o colegial, chegou a conclusão que queria seguir carreira musical e para não ser comparado ao seu pai, o cantor Tim Buckley, resolveu estudar inicialmente guitarra no G.I.T. (Guitar Institute of Technology).
Em 91, Jeff participa de um show em homenagem a seu finado pai e para supresa do público, ele resolveu cantar. Em poucos minutos impressionou a todos com o seu talento e conquistou a admiração de Gary Lucas, ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, juntos montaram a banda Gods and Monsters. A Banda estava indo de vento em popa, porém Buckley não queria restringir suas ambições musicais e resolveu abandonar o projeto para seguir carreira solo.

Em 92, acompanhado apenas de sua poderosa voz e de uma guitarra, ele começa a se apresentar em um Bar Nova-iorquino chamado "Sin-è". Suas performances ao vivo e suas composições criativas, conquistaram o público local e não tardou que reconhecessem o seu talento. Ainda no mesmo ano, ele assinou um contrato com a Columbia Records e pôs no forno seu primeiro álbum solo.

Grace, nome do álbum, foi lançado em 1994 e é de imediato aclamado pela crítica e por artistas como Bono, Paul McCartney, Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Entretanto, Grace vendeu muitos menos do que o esperado. O seu som era considerado muito leve para as radios alternativas e pouco comercial para as FM.
Em 1996, ele inicia a produção de segundo álbum. A gravadora pressionou para que Buckley fizesse músicas mais comerciais. Ele, contrariando o que lhe pediram, contratou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção do álbum. Quase no fim das gravações, Jeff não estava satisfeito com o resultado e resolveu não lançar o álbum. Com isso, ele se empenhou em compor novas canções e faz isso até Maio de 97, quando enfim resolve chamar os integrantes da Banda para as gravações, realizadas em Menphis, cidade onde ele residia na época.

"No dia 29 de maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca de uma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até o carro para guardar alguns objetos, enquanto ouvia Jeff nadando e cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Ele gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado só uma semana depois, dia 4 de junho, perto da nascente do rio Mississippi." wikipedia.
“Sketches for My Sweetheart the Drunk”, seu álbum póstumo, foi lançado em 1998. Nesse álbum estão músicas que Jeff havia composto com Tom Verlaine e canções nas quais vinha trabalhando antes de morrer. Apesar da morte trágica, Jeff Buckley vem cada vez mais conquistando novos fãs, sendo reverenciado ternamente. Artistas como Coldplay, Muse e Nelly Furtado não cansam de mencionar Jeff como suas principais influências. Além disso, “Grace” vem constantemente sendo citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos. Quem conhece a obra de Jeff Buckley sabe que isso não é exagero.
“Sketches for My Sweetheart the Drunk”, seu álbum póstumo, foi lançado em 1998. Nesse álbum estão músicas que Jeff havia composto com Tom Verlaine e canções nas quais vinha trabalhando antes de morrer. Apesar da morte trágica, Jeff Buckley vem cada vez mais conquistando novos fãs, sendo reverenciado ternamente. Artistas como Coldplay, Muse e Nelly Furtado não cansam de mencionar Jeff como suas principais influências. Além disso, “Grace” vem constantemente sendo citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos. Quem conhece a obra de Jeff Buckley sabe que isso não é exagero.
Documentário da BBC sobre Jeff Buckley - Clique Aqui.
Clipes e apresentações ao vivo:
Grace
Last Goodbye
So Real
Forget Her
Lover you should've come over (LIVE)
Discografia:
* 1993 - Live at Sin-é
* 1994 - Grace
* 1995 - Live from the Bataclan
* 1998 - Sketches for My Sweetheart the Drunk
* 2000 - Mystery White Boy
* 2001 - Live a L'Olympia
* 2002 - Songs to No One 1991-1992
* 2002 - The Grace EPs
* 2003 - Live at Sin-é (Legacy Edition)
* 2004 - Grace (Legacy Edition).
Videografia:
* 2000 - Live in Chicago
Premiações e indicações:
* MTV Video Music Award Melhor artista iniciante pelo vídeo de "Last Goodbye", 1995.
* Triple J Hottest 100 ganhador de Melhor Música Composta de Todos os Tempos com a música "Last Goodbye", 1995, na 14° colocação.
* Grammy Award indicado a Melhor Cantor de Rock por "Everybody Here Wants You", 1998.
* 2000 - Live in Chicago
Premiações e indicações:
* MTV Video Music Award Melhor artista iniciante pelo vídeo de "Last Goodbye", 1995.
* Triple J Hottest 100 ganhador de Melhor Música Composta de Todos os Tempos com a música "Last Goodbye", 1995, na 14° colocação.
* Grammy Award indicado a Melhor Cantor de Rock por "Everybody Here Wants You", 1998.
Marcadores: Biografia, Jeff Buckley
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